
eu, cocinela
Pensamentos enterrados
domingo, 10 de julho de 2011
Argumento

quinta-feira, 28 de abril de 2011
Overdose Omeletédica

sexta-feira, 18 de março de 2011
Abraçando a crise
Dexter: uma das aberturas mais salivantes da TV.
Passar uns dias na praia perto da Amara, da Carla e do Tijolo (a geração saúde da minha turma de amigos) me fez ter vontade de ser saudável mais uma vez. Só que dessa vez eu me dei conta de uma coisa super importante, que não entrava na minha cabeça antes. E já faz duas semanas que o carnaval passou, e eu ainda estou bem feliz comendo direitinho e achando que, enfim, o mundo não é tão mau assim.
Vou contar.
A moral é que comer é uma coisa que fazemos mais do que qualquer outra coisa no nosso dia-a-dia. E comer coisas blergh, repetidamente, acaba viciando a gente. Não por ser uma droga tipo a nicotina, por exemplo. Mas por se tornar um costume, mesmo que prejudicial. E sair dessa “zona de conforto” – oi, Amara! – causa um transtorno que eu, pelo menos, não queria passar.

Então, decidi que dessa vez ia ser diferente. Eu não ia me preocupar com os 15 quilos que eu quero perder, e ia só me preocupar em parar de comer coisas blergh. Era obvio que essa mudança ia me deixar mais ansiosa. E era obvio que eu ia querer comer nessas crises. O que eu fiz de diferente dessa vez, foi abraçar a crise, e comer o que quisesse, desde que fossem coisas saudáveis. Deixei de comer uma barra enorme de chocolate pra comer uma manga inteira. Ainda é um ataque calórico, mas de calorias boas. Comprei biscoitinhos integrais de cacau (que, bah, são fantásticos!) e uma série de outras guloseimas integrais e frutas e, quer saber? Liberei o consumo.
A primeira semana foi assim, digamos, um deleite, comi que nem uma louca. Agora, ao final da segunda semana, eu já percebi que a coisa diminuiu muito. E o que é melhor: eu estou começando a desejar coisas saudáveis como eu desejava coisas blergh. Tipo ontem, que eu senti desejo por mamão. Oi?! Normalmente eu sentiria desejo por doce de leite, pastel, batata frita...
Acho que isso significa que meu esquema está funcionando. Então decidi contar pras pessoas.
ATENÇÃO: Eu não sou nutricionista nem nada, esse lance é só um relato da minha experiência, depois não vem dizer que leu num blog que tinha que ser assim e que deus assinou embaixo. Humpf!
domingo, 13 de março de 2011
Típico, mas eu adoro
sábado, 12 de março de 2011
Retomando com gosto
Banana contra a ansiedade
Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção de serotonina.
Quanto consumir: duas bananas por dia.
Mel é pura alegria
Triste sem motivo? De novo a causa pode ser serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: uma colher (sopa) por dia.
Abacate, garante uma boa noite de sono
Ok, ele tem gordura, mas é a boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor com o travesseiro. A B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: meio abacate pequeno, de três a quatro vezes por semana.
Tofu manda embora o desânimo
O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma dose boa de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam da produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando esses minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.
Quanto consumir: uma fatia média por dia.
Lentilha afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo, iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, experimente comer mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora do gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: três conchas pequenas por semana.
Chá verde espanta o stress
Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada. Pior: elas desorganizam o funcionamento do organismo. O stress é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, afirmam vários estudos, também melhora a digestão e deixa a mente alerta.
Quanto consumir: de quatro a seis xícaras (chá) por dia.
Nozes mantêm você concentrada
São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, evitando que você viaje no meio de uma palestra e perca a parte mais importante. Elas têm vitamina B1, que imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: duas nozes, quatro vezes por semana.
Clorela controla a preocupação
Antes de sair de casa, você checa várias vezes se desligou a cafeteira? Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém uma arsenal de vitaminas (B3, B6, B12 e E), minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de dois a quatro gramas por dia. O número de cápsulas diárias depende da marca escolhida (vendidas em casas de produtos naturais).
Óleo de linhaça dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado a frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima ao ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão a comida fica bem menor.
Quanto consumir: duas colheres (chá) por dia.
Brócolis deixam a mente esperta
É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Está faltando brócolis na sua vida. Esse alimento, rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro. De quebra, melhora a memória. Porções extras dessa verdura vai fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: um pires por dia.
Fonte: Revista Boa Forma – site – Abril/2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Meu gato
de um lado, um pedaço de costela num molho fantástico que um dia eu vou aprender a fazer, num pratinho separado especialmente para ele;
de outro, feijão. no meu prato.
ele ficou com o feijão.
ele desafia o status-quo.
domingo, 8 de agosto de 2010
Solidão...
dezenas de fotos não tiradas
ou talvez apenas uma lista de gtalk
de onde também nada se tira.
Solidão:
amigos de facebook
fazendas de bits
três episódios de uma série
e um filme longa-metragem intercalados por Hot Cracker sabor pizza.
Um ímpeto de se jogar na rua
mas não ter aonde ir.
Uma idéia genial,
mas falar em voz alta pra quê?
E, então, esquecê-la.
Vergonha de ir até a geladeira e pegar uma long-neck.
Permanecer sóbria, e só.